Grupo Bittencourt
Grupo Bittencourt

Para quem quer se manter relevante no mercado, o desenvolvimento de um mapa de oportunidades é uma ótima estratégia..

Mas afinal, o que é o mapa de oportunidades? 

Ele é uma metodologia exclusiva desenvolvida pelo Grupo BITTENCOURT, que consiste em uma avaliação diagnóstica completa da empresa, desde a sua estrutura, cultura, processos, tecnologia adotada e pessoas.

Tudo com o propósito de desenvolver um plano de ação para a implantação das mudanças necessárias para a sustentabilidade da companhia.

Assim, a ideia é mapear oportunidades não exploradas pela empresa e que podem alavancar resultados tanto pelo ganho de eficiência operacional, quanto pela identificação de novas oportunidades a serem exploradas pela companhia e que, de fato, podem se tornar uma nova fonte de receita e muitas vezes um novo negócio.

Tudo isso é feito por meio de um levantamento com as diferentes áreas da companhia, com uma imersão bastante criteriosa e que aprofunda o conhecimento nos aspectos fundamentais de sustentação dos negócios e que geram insights poderosos.

E com esses insights, ajustamos a rota e o desenvolvimento de novas oportunidades, seja no mesmo mercado de atuação da companhia ou em novos mercados e segmentos de atuação

Então, se hoje as suas dúvidas são sobre como fazer um mapa de oportunidades, a sua importância e o que fazer com ele, basta seguir a leitura conosco que esclarecemos todos esses pontos neste artigo!

mapa de oportunidades sebrae

O que é mapa de oportunidades?

O mapa de oportunidades é uma ferramenta que auxilia na busca de novas oportunidades de mercado para a companhia e que é feito por meio de um trabalho criterioso de aprofundamento no negócio do cliente e em seu mercado de atuação.

Além do mais, quando executado por nós, ele é aliado ao conhecimento acumulado em mais de 3 décadas de mercado do Grupo BITTENCOURT, que acompanha tendências e estuda inovação em todo o mundo.

E ter novas oportunidades de desenvolvimento de negócio e, consequentemente, de geração de resultados, é algo desejado pela grande maioria das empresas. 

 Então, saber usar as estratégias que o mapa propõe tem ligação direta com o ganho de eficiência, melhoria de processos e de inovação. 

Por que é importante entender os gaps e oportunidades de desenvolvimento de um negócio?

Entender as dificuldades e oportunidades de desenvolvimento de um negócio é importante porque o mercado está cada vez mais competitivo e as empresas que não buscam renovação e inovação perdem relevância. 


O que fazer com o mapa de oportunidades?

mapa de oportunidades apex

Após finalizar o mapa de oportunidades, o primeiro passo é priorizar os planos que serão colocados em prática, avaliar complexidade e timing de execução visando fazer a empresa crescer

A partir disso, é preciso criar um processo de planejamento e principalmente de acompanhamento da execução e dos resultados que estão sendo alcançados.

Os projetos precisam sair do papel para a transformação acontecer e isso pode ser feito criando ‘squads’ que sejam responsáveis por levar todo o projeto adiante, além de ter uma cultura de prestação de contas, duas boas estratégias para a execução acontecer.

Como dissemos, essa é uma estratégia que pode colocar a empresa em outro patamar e que exige uma equipe qualificada e com repertório para realmente trazer  a inovação para o negócio.

Quer colocar o mapa de oportunidades em prática e garantir que a sua empresa irá se manter relevante e sustentável ao longo do tempo? 

Então entre em contato com o Grupo Bittencourt. Mais do que ideias, vamos te apoiar na execução de toda a estratégia.

Conclusão

Com esse artigo, a nossa missão era ajudar você a entender que um mapa de oportunidades é uma ferramenta que auxilia na busca de novas oportunidades para desenvolvimento do seu negócio.

Assim, explicamos que por meio dele você consegue identificar algumas dores dos consumidores e do seu time interno para desenvolver novas oportunidades – seja em ganho de eficiência ou de inovação no seu modelo de negócio.

Não há como negar, estar atento às tendências e inovações no varejo brasileiro, sejam elas tecnológicas ou voltadas para a experiência de consumo, ou ainda de mudanças no comportamento do consumidor, é indispensável para melhorar a experiência de compra, ganhar eficiência e claro, gerar mais resultados para o seu negócio.

Esse movimento de oxigenação constante para conhecer as principais tendências e inovações no varejo brasileiro são essenciais para manter o modelo de negócio relevante e para estar sempre à frente da concorrência.

Entender a relação entre inovação e varejo e absorver as mudanças de mercado diferencia uma operação forte e bem estruturada de um negócio que tende a enfraquecer com o tempo.

E é com base nessa ideia de visão ampliada que as tendências e inovações trazem, que se torna possível construir novas estratégias que atraiam mais clientes e garantam a perenidade do negócio.

Pensando nisso, a seguir, selecionamos algumas tendências e inovações no varejo para ficar de olho e implantar já no seu negócio.

Vale a pena salvar e compartilhar este conteúdo com outros gestores e executivos do varejo!

principais tendências e inovações no varejo brasileiro

Por que conhecer as tendências varejistas?

Conhecer as tendências e inovações no varejo brasileiro é importante porque elas apresentam o que os consumidores buscam no momento de acordo com os seus comportamentos e o que provavelmente buscarão futuramente.

Elas também mostram os caminhos de evolução de alguns mercados além de mostrarem novos caminhos que as empresas podem seguir.

Deste modo, é possível que você, varejista, adapte essas estratégias para o seu negócio e consiga manter os seus clientes com diferentes modelos de venda e também atrair novos compradores.

Essas novas abordagens do mercado muitas vezes nascem em mercados mais desenvolvidos em tecnologia ou que têm maior potencial de inovação como por exemplo, Estados Unidos e da China.

De tempos em tempos, novas ondas de tendências muito fortes emergem e que culminam com a transformação total de alguns mercados como foi o caso do chamado “omnichannel” ou seja, a integração total dos canais de venda físico e digital os aplicativos de vendas, redes sociais e a economia compartilhada para citar alguns

Provavelmente você, como varejista, já adotou alguma dessas tendências e viu bons resultados com elas, certo?

tendências e inovações no varejo com tecnologia

Otimização das operações por meio da tecnologia

A tecnologia é responsável por definir as novas regras do jogo em diversos segmentos. A adoção tecnológica passa por uma decisão estratégica das companhias que optam por investir para otimizar operações e ganhar eficiência.

Isso é o que a transformação digital tem trazido para o varejo. Ao investirem em novas soluções, gestores conseguem tomar decisões muito mais acertadas, baseadas em dados e podem evoluir suas operações automatizando processos.

Outro ponto é a gestão global de todas as áreas da empresa, incluindo varejo online. Ter essa visão clara de todos os pontos só é mais fácil quando a tecnologia é adotada e gerida de forma próxima e com processos bem definidos. Afinal, de nada adianta digitalizar um processo que não funciona.

Você provavelmente conhece a omnicanalidade (ou omnichannel), que é a integração de vários canais de vendas para trazer uma experiência única, ininterrupta e fluida para os clientes. E o que dizer do metaverso, então?

O cenário atual exige a inquietação das empresas que precisam buscar a inovação para diferenciação além da otimização das operações. Esse processo tem o duplo efeito de cortar custos e de também trazer conveniência para os consumidores.

A seguir, conheça melhor as tendências varejistas e esteja um passo à frente quando o assunto for inovação no varejo.

Varejo tridimensional

Falar de omnichannel já não é novidade. Já não é mais tendência mas, sim, uma realidade, prevista já há alguns anos. 

A pandemia impulsionou essa transformação, elevando consideravelmente o número de compras online.

E, diferentemente do que muitos acreditavam, a expansão de lojas virtuais não deu fim às lojas físicas. 

Ao contrário disso, elas passaram a se complementar, trazendo uma experiência de compra satisfatória aos clientes. 

O novo ingrediente nessa equação e que muita gente ainda coloca em cheque, é o metaverso.

Mas é impossível negar que ele chega ao varejo como forte tendência. Aliado à conectividade 5G e à Internet das Coisas (IoT), o mundo virtual será cada vez mais parecido com o real.

Quando pensamos em sua relação com o varejo, o metaverso promete trazer uma experiência cada vez mais tridimensional e imersiva. 

Estamos definitivamente na era do “anywhere commerce” onde as transações ocorrem nos mais diversos canais, locais e até mesmo dimensões.

Já há empresas que investem no metaverso em todo o mundo. Muitas marcas têm aproveitado essa nova dimensão para fazer lançamentos de coleções e venda de produtos exclusivos, por exemplo.

Com o ingresso do metaverso na equação do varejo, fica claro que o universo deixa de ser binário e passa a ocupar agora uma terceira dimensão que ainda tem muito o que ser explorada.

Live Commerce

Trata-se de um modelo de venda online que leva para o e-commerce a humanização, presença, curadoria, esclarecimento de dúvidas, e principalmente entretenimento – muito do que apenas as lojas físicas conseguem entregar.

Esse processo aconteceu ao se colocar a loja dentro do vídeo, fazendo com que as vendas aconteçam numa única plataforma.

Esse movimento acontece já há alguns anos na China e tem evoluído muito ao longo do tempo. No Brasil, o modelo tem evoluído não apenas para atender o mercado B2C, mas também B2B e até o B2B2C.

O Live commerce agora também atende o mercado de eventos, e até treinamentos corporativos. As possibilidades a serem exploradas são muitas.

Ética, governança, sustentabilidade e responsabilidade social

Entenda se você deve colocar o cliente no centro do seu negócio

Muito tem se falado sobre a sigla ESG, que se refere a Environmental, Social and Corporate Governance, e as três letras já estão presentes no vocabulário e na pauta das grandes redes varejistas.

O ponto principal de discussão tem sido em torno da necessidade do conceito sair do campo das ideias e ter atuação efetiva das empresas.  Um processo que está totalmente relacionado a uma liderança comprometida pois são pautas que cada vez mais tocam os valores do consumidor.

Deste modo, ele não quer só consumir produtos, mas também quer se identificar com a marca que os vende e com a conexão com seus valores e propósito.

Novas jornadas de compras

Cada vez mais as empresas precisam ter o olhar atento não apenas à jornada do consumidor, mas tudo que acontece antes e depois da jornada de compras. 

E isso pode culminar em ter um repensar de todo o negócio – desde ferramentas para qualificação e instrumentação das equipes até a revisão completa dos formatos de loja e o pós-venda – fidelização e retenção dos clientes.

A ampliação das possibilidades de jornada de compras tem inclusive impactado no tamanho das operações que passam a poder ser mais enxutas e operarem como mini hubs – centros de distribuição.

Cada modelo de negócio passa a poder atender um propósito específico – algumas com foco maior na experiência de compra, outras focadas em abastecimento. Mesmo os grandes centros de distribuição passam a ser convertidos em pequenos espaços automatizados que podem ser acoplados nas lojas. 

Uma forma de otimizar os espaços e permitir uma abordagem completa para o papel da loja.

Supply chain renovado

O consumidor pode comprar em qualquer lugar, a qualquer momento. O abastecimento passa a ser determinante para a decisão de compra. 

Para isso, as cadeias de abastecimento devem ser repensadas para fazer os produtos chegarem aos consumidores de forma rápida e fluida, sem fricções.

A solução passa por investir em diferentes modais para entrega, automação dos centros de distribuição, transparência de dados e rastreabilidade podem apoiar as empresas a lidarem com a tolerância cada vez menor ao tempo de entrega.

As entregas ultra rápidas, ou quick commerce, fazem parte dos critérios utilizados pelos consumidores na hora de escolher produtos online

Recommerce

O recommerce é a tradução do que tem sido visto nos últimos tempos da tentantiva de aumentar a vida útil de um produto. 

Por meio da compra e venda de produtos usados, os recursos utilizados em sua fabricação são otimizados e o impacto ambiental reduzido. Ao mesmo tempo, ele aumenta a acessibilidade a produtos uma vez que os preços são menores.

Trata-se de uma nova possibilidade de geração de receita para os varejistas que podem fazer do comércio de produtos de segunda mão ou remanufaturados um novo modelo de negócio uma vez que atende um público que busca um consumo mais sustentável e acessível.

Ecossistemas de Negócios

Cada vez mais necessário para a ampliação da oferta de valor para os consumidores, as empresas têm buscado novos parceiros estratégicos que complementam sua entrega e proposta ao mercado.

Muitas vezes as empresas que compõem o ecossistema são de diferentes áreas de negócios mas participam de um mesmo ambiente de mercado e, ao compartilharem uma estratégia e visão, se aliam para conquistar mais mercado e atender de forma ampliada o consumidor.

Ao darem esse passo, elas também passam a incorporar novas competências, diversificam áreas de atuação e, nesse processo, aceleram seu aprendizado sobre o consumidor, criando uma vantagem competitiva por meio da complementaridade.

técnicas de inovação de mercado: Ecossistemas de Negócios

Conclusão

Com esse artigo, a nossa missão era te apresentar algumas das principais tendências e inovações no varejo brasileiro em 2022, que são:

  • varejo tridimensional;
  • live commerce;
  • ética, governança, sustentabilidade e responsabilidade social;
  • novas jornadas de compra;
  • supply Chain renovado;
  • recommerce;
  • ecossistemas de negócios;

E aí, o seu negócio está em dia com todas elas?

Há um setor de food service antes e outro depois dos acontecimentos dos últimos anos e isso foi algo que podemos constatar na prática com o avanço já consolidado primeiro no delivery e logística para entrega e conveniência e, agora, com as soluções encontradas para a retomada, quando houve ainda um aumento de consciência de consumo.

Toda essa temática impacta diretamente em linhas de inovação e ESG para o setor de food service, no qual a própria alimentação e hábitos de consumo tem mudado, com inserções de comidas à base de plantas, um consumo mais consciente de açúcar e alimentos altamente industrializados, além das questões de acesso e espaços, que foram transformados para otimizar e fazer valer para além do discurso.

Conhecidos como foodcourts, espaços que abrigam vários bares e restaurantes é uma das soluções encontradas para otimizar áreas e fazer com que o investimento não seja um empecilho para a volta da expansão de negócios, especialmente as franquias de alimentação. Apoiado por uma ideia de curadoria, estes espaços chamam a atenção por serem ideais para concentrar segmentos e poderem se espalhar mais facilmente por cidades como as capitais brasileiras, por exemplo. Já é algo que é uma realidade em Chicago, por exemplo, uma das cidades mais avançadas em termos de food service.

Os nichos de consumidores que vem mudando de hábitos também abrem espaço para a formulação ou mesmo chegada de novos modelos de franquias, como no caso da alimentação à base de plantas, conhecida como Plant Based. Já existem restaurantes e pratos voltados para isso fora do Brasil e fora, o que pode aumentar exponencialmente as oportunidades de crescimento do setor de franchising dentro e fora do Brasil.

Para se ter uma ideia de como vem forte esse setor de comida à base de plantas, as estimativas contam que ele deve movimentar cerca de US$ 95 bilhões, até 2029, com um crescimento médio de 12,45% no período esperado. As franquias deverão ter um papel fundamental nessa guinada de consumo mais consciente e que hoje ajuda a salvar vidas e ecossistemas inteiros. Mais ESG do que isso, impossível e totalmente alinhado com os valores do nosso movimento pelo Franchising Consciente.

Toda essa inovação deve também tornar o setor mais especializado, muito devido às mudanças já em curso, que primeiro passaram pela questão da conveniência e agora começam a fazer parte da tomada de consciência das pessoas, seja consumidores ou mesmo de investidores, que querem fazer apostas em empreendimentos cada vez melhores para o mundo.

O foodservice tem tudo para entrar nessa nova era pronto a atender e acolher o novo, fazendo bem para as pessoas e, principalmente, para o mundo.

Se você se interessou pelo tema, é bom você saber que ele será central em um de nossos painéis dentro do BConnected, que será realizado dias 4 e 5 de outubro, no Teatro Santander, em São Paulo, no painel “FOOD DISRUPTION: O food service mais eficiente e suportado por tecnologia” com curadoria da Gouvêa Foodservice e do Grupo BITTENCOURT. 

Acesse: https://www.bconnected.com.br/ e fique por dentro na nossa Agenda do evento!

A expansão com franquias é sinônimo de crescimento, ganho de escala e de que a empresa está está se estruturando para alcançar novos públicos e mercados.

São vários benefícios, porém, não é algo simples, afinal, a expansão com franquias exige alguns esforços para que aconteça da melhor maneira. E é justamente sobre isso que vamos falar neste artigo.

Então, siga a leitura com a gente e fique por dentro de tudo sobre esse assunto!

O que é franquia?

A franquia é um modelo de expansão de negócios em que o proprietário de uma marca fornece direito de uso dessa marca a um empreendedor/ investidor para operar esse negócio em território pré determinado e seguindo padrões definidos contratualmente pela franqueadora, além da transferência de todo o know how para a gestão e operação da franquia pelo franqueado.

Em contrapartida, o franqueado paga taxas como royalties e fundo de propaganda por exemplo. A principal característica de uma franquia é que o franqueado segue o padrão estabelecido pela franqueadora em seus processos (manual da franquia) e forma de atuação no mercado para manter a consistência da marca e percepção unificada para o mercado consumidor.

O que é expansão de franquias?

A expansão com franquias é replicar um modelo negócio já testado e de sucesso para outros mercados, utilizando o sistema de franquias para esse fim, o que significa conceder o direito de uso da marca e de operação de um negócio formatado e preparado para essa expansão para franqueados, empreendedores ou investidores que têm capital e o interesse de investir e operar o modelo de negócio.

Isso significa que o franqueador (dono da marca) por meio de um contrato (regulamentado por lei específica) estabelece por exemplo, território de atuação, obrigatoriedades de pagamentos, suporte oferecido, listagem de franqueados e ex-franqueados, entre outros. Ainda no processo de expansão, o franqueado recebe o direito de poder explorar os recursos e estruturas da marca em sua unidade.

Quais são os modelos de franquias

 

Conheça alguns dos tipos de contratos existentes em franquias, além de modelos e formatos de negócios.

Alguns dos contratos de franquias que podem ser estabelecidos são: franquia unitária, master franquia, franquia  de desenvolvimento de área. Há ainda diferentes formatos e modelos como micro franquia, shop in shop, de conversão, combinada e social. Confira um breve resumo sobre eles na sequência.

Franquia unitária

O franqueador assina o contrato de franquia com um franqueado para atuar em uma determinada região com o modelo de negócio que foi estruturado para a expansão com franquias.

Via de regra o franqueador também aprova o ponto para a instalação dessa unidade. O franqueado tem o direito de receber suporte da franqueadora para a operação e gestão do negócio enquanto durar a relação contratual com a marca.

 

Master Franquia

Master franquia é quando o franqueador concede o direito a um franqueado master de explorar a marca em determinada região, com o direito de subfranquear a franquia explorando ainda mais o potencial da região. O Master Franqueado é o responsável por selecionar e dar o suporte aos franqueados dessa região e, por consequência, recebe também um percentual do valor dos royalties e taxas do sistema.

 

Franquia de desenvolvimento de área

Nesse modelo de contrato de franquia, a franqueadora concede o direito a um franqueado para ele desenvolver uma determinada região, sem direito de subfranquear, porém cabe a ele prospectar e selecionar novos franqueados nesse região, e os contratos com esses franqueados são assinados diretamente com franqueadora.

Nesse modelo o franqueado desenvolvedor de área é remunerado com parte da taxa inicial de franquia pelo serviço de seleção de franqueado que realiza e um percentual dos royalties pelo suporte prestado aos franqueado da região sob seu comando.

E um fato interessante sobre o franchising é que o setor permite a inovação nos modelos e formatos de negócios. Assim, as marcas conseguem atrair diferentes tipos de investidores, com diferentes pefis de investimento. A inovação constante é uma das premissas para as marcas que desejam se manter relevantes no mercado.

 

Microfranquia

A microfranquia tem como sua característica investimentos de até R$ 105 mil.

No entanto, exige assim como uma franquia de maior porte, dedicação do franqueado à operação. Muitas vezes, na microfranquia, o franqueado acumula todas as funções ligadas à operação, gestão e vendas da unidade que opera. Para a franqueadora, é uma forma de criar um modelo de menor investimento e capaz de atrair mais investidores.

 

Shop in shop

A franquia shop in shop é um modelo em que a franquia pode ser implantada dentro de operações já estabelecidas como lojas, universidades, supermercados. A unidade acaba se beneficiando do fluxo do público que já frequenta o local para gerar receita.

 

Franquia de conversão

A franquia de conversão acontece quando uma operação geralmente de uma marca independente “se converte” para a marca do franqueador. Ela  passa a atuar com a marca do franqueador e a utilizar todo a padrão estabelecido para a franquia além de seguir as regras do negócio e assina um contrato de franquia.

 

Franquia combinada

Nessa franquia o empresário aproveita o espaço de um único ponto comercial para explorar duas ou mais marcas franqueadas de sua propriedade ou de marcas parceiras.

 

Franquia social

A franquia social tem como característica a de se beneficiar de todo o modelo do franchising, suas técnicas e legislação para expandir projetos sociais.

 

Benefícios da expansão de franquias

A expansão de franquias apresenta diversos benefícios, como aumento na velocidade de crescimento da empresa, menores riscos para a marca e para o franqueado, sem investimento em implantação das unidades franqueadas para o dono da marca, cooperação da rede para inovação e renovação dos negócios, estruturação do crescimento, entre outros benefícos.

Abaixo, explicamos melhor os mais relevantes desses benefícios, sem que os demais sejam menos importantes. Acompanhe!

 

Aumento na velocidade de expansão

A expansão de um negócio acontece muito mais rápido com as franquias, o que dá a condição para a marca ocupar mercados não explorados  e criar barreiras para a concorrência, além da capilaridade e o aumento do valor da marca.

 

Eliminação de riscos

Como o franqueado é quem faz o investimento para a implantação e instalação física das novas unidades e atuará seguindo padrões e regras definidas pela franqueadora recebendo todo o suporte da franqueadora para operar bem o negócio, os riscos são menores para a marca como também para o investimento do franqueado.

A seleção do franqueado é um ponto importante para reduzir o risco de uma unidade franqueada não dar resultado ou vir a fechar, como também o quanto ele será preparado para a gestão e operação do negócio.

Ter capital suficiente para investir e suportar o negócio até que gere caixa positivo também é outro fator de eliminação de riscos no sistema de franquia.

 

Como realizar um plano de expansão de franquias

Agora é hora de colocar a mão na massa e começar a entender como é feito, na prática, um plano para expandir com franquias. 

 

Faça um plano de expansão que é viável financeiramente

Expandir com franquias exige um planejamento consistente e uma avaliação do quanto a empresa está preparada e em que áreas vai precisar se estruturar melhor para suportar um plano de expansão.

A viabilidade financeira do negócio que será replicado e da franqueadora, são dois pontos fundamentais. Sem geração de resultado para as partes, franqueador e franqueado, não tem modelo de franquias que se sustenta.

No Grupo BITTENCOURT esse planejamento é feito por uma equipe multidisciplinar que analisa com muita profundidade como a empresa pode expandir com franquias e sustentar esse crescimento de forma segura para a marca e para o empreendedor que vai investir no negócio.

O plano de expansão determina em que mercado a empresa pode atuar com franquias, quantas unidades vai abrir em um determinado período de tempo. Para isso a BITTENCOURT utiliza ferramentas de mercado para levantar o potencial de consumo dos produtos ou serviços da marca franqueadora nos mais de 5.000 municípios brasileiros, além de outros indicadores que complementam as informações dos mercados e que vão embasar a definição do plano de expansão.

 

Conheça os instrumentos jurídicos necessários para a expansão de franquia

O sistema de franquias é regulamentado pela Lei 13.966/19, que define algumas obrigações para o franqueador quando da aplicação do sistema de franquias para a expansão de sua marca.

O conjunto dessas obrigações tem o objetivo  de que a franqueadora exponha as características e as obrigações do modelo  de negócio que pretende franquear para os futuros candidatos,  antes que estes façam qualquer investimento na marca.

O Grupo BITTENCOURT conta com um corpo de advogados especializados no sistema de franquias para a elaboração desses instrumentos e para prestar toda a assessoria ao franqueador para que seus contratos tragam segurança para a marca e para o franqueado.

 

Aperfeiçoe a sua capacidade de transmissão de know-how

Uma forte característica da expansão de franquias é a padronização das unidades de uma rede, o que faz com que o atendimento e a qualidade dos produtos e serviços seja a mesma em todas as unidades instaladas, independentemente da região em que estão localizadas.

A  “mágica” para que a empresa replique esse modelo de sucesso para muitos mercados está na capacidade que terá de transferir know how para os franqueados da rede, por meio de treinamentos constantes para os franqueados e seu time em todas as áreas de uma unidade franqueada como: operação, gestão de pessoas, atendimento ao cliente, elaboração de produtos etc.

O Grupo BITTENCOURT tem uma área especializada para ajudar os franqueadores na estruturação e definição dos programas de capacitação para os franqueados, além de toda formação para a equipe da franqueadora, com objetivo de que a expansão com franquias seja um sucesso e que os franqueados se remunerem e a franqueadora também.

Então, invista no desenvolvimento e repasse do know-how em seu plano de expandir franquias.

 

Conte com bons canais de comunicação para franqueados

Uma boa comunicação, clara e assertiva, é a chave para fazer a sua gestão de rede de franquias ter sucesso, sem atritos e colaborativa.

A franqueadora deve estruturar os canais de comunicação com a rede para as diversas necessidades da rede. O importante é que os franqueados tenham respostas e  suas dúvidas sejam resolvidas e as necessidades atendidas no tempo ideal.  E essa boa comunicação é uma via de mão dupla, ou seja, precisa acontecer tanto por parte do franqueador, como por parte do franqueado, e envolver todos que de alguma forma participam da rede, como os colaboradores e fornecedores, para que a colaboração aconteça entre todos.

O Grupo BITTENCOURT ajuda a franqueadora a estruturar esses canais bem como formalizar os processos para que ela aconteça de forma fluida e sem atritos, no processo de expansão com franquias.

 

Capacite constantemente os franqueados

Um dos principais pontos da expansão de franquias é manter o padrão da marca. E para isso, a capacitação constante dos franqueados é fundamental.

Essa capacitação pode ser presencial e imersiva, como pode ser repassado através de um manual em que o franqueado poderá recorrer sempre que precisar.

 

Incentive seus franqueados a estudarem seus mercados de atuação

Incentivar os seus franqueados a estudar o mercado de atuação em que a franquia está inserida é ótimo para que eles consigam analisar melhor a concorrência e entender com mais profundidade o público-alvo da franquia.

Isso não só traz benefícios para a hora do atendimento, como também pode auxiliar o time de Marketing a criar campanhas mais segmentadas.

 

Acompanhe o bem-estar das unidades da rede

Acompanhar o bem-estar das unidades da rede é mandatório para as empresas que fazem a expansão com franquias.

Uma rede saudável é o que vai fazer a marca continuar crescendo e se sustentar no mercado.  Além de capacitar os franqueados e seu time, com programas que melhorem a sua performance, a franqueadora devem acompanhar de perto os resultados financeiros dessas unidades e, se necessário, estruturar planos de recuperação a partir do primeiro sinal de problemas para que a expansão com franquias seja um sucesso.

No Grupo BITTENCOURT temos programas voltados para os consultores de campo e para os Gerentes de franquias além de ferramentas para fazer esse acompanhamento.

E aí, gostou do conteúdo? Entre em contato com a gente e saiba mais sobre expansão com franquias!

 

Conclusão

Neste artigo, explicamos que a expansão de franquias trata-se de dar aos investidores a concessão do direito de replicarem a sua marca.

Os benefícios dessa prática envolvem o aumento na velocidade de expansão de negócios, mitigação de riscos e mais facilidade na supervisão das operações.

E mostramos que para que isto aconteça na prática, você precisa realizar um plano para expandir a sua franquia. E para dar início a esse plano, basta seguir as dicas que passamos, que vão desde fazer um plano viável financeiramente até aperfeiçoar a sua capacidade de transmissão de know-how!

Quer mais dicas para fazer a sua empresa crescer? Então venha conferir nosso artigo especial sobre esse tema clicando aqui.

Já falei recentemente em outro artigo que o conceito de inovabilidade é algo que está unindo o melhor do que tivemos em termos de inovação e sustentabilidade nos últimos anos, e hoje é um tema indissociável quando se fala de negócios, já que estamos falando de um ecossistema que produziu nos últimos anos mais de uma dezena de milhares de startups, além de ter trazido de vez a pauta do ESG para as mesas de desenvolvimento de negócios.

Para acompanhar essa movimentação e seguir inovando, todas as cadeias precisam continuar a investir nessas duas frentes, e as startups têm se mostrado fundamentais para essa continuidade, especialmente no varejo, como se provou nesse último mês de abril, quando registrou quatro aportes consideráveis, incluindo um unicórnio – como é conhecida uma startup com valuation de mais de R$ 1 bilhão.

As inovações possíveis trazidas pelas startups têm tudo para reabilitar setores que perderam nos últimos anos, ajudando a otimizar deliveries, logística, armazenamento e outros pontos do balcão para dentro. Além de levar para o universo online experiências ainda inéditas e que estavam presentes no varejo físico.

As “retailtechs”, como são conhecidas as companhias de tecnologia do varejo, chegaram a levantar pomposos cheques de investidores, com algumas delas atraindo quantias que variam de US$ 40 milhões a US$ 100 milhões. Isso significa que, para além da aceleração dos investimentos, há um horizonte ainda grande para o crescimento da inovação, já que temos visto muitos aportes realizados no crescimento de empresas que estão promovendo a transformação digital do nosso setor varejista.

Não à toa também é que os grandes players do setor têm promovido a aceleração destas startups, que colaboram para que eles elevem a curva de inovação. Um nome de peso internacional, como Jeff Bezos, fundador da Amazon e segundo homem mais rico do mundo, foi também um dos recentes investidores nessas startups de atuação no varejo brasileiro, o que mostra o quão avançados estamos em termos de ver e sermos vistos em nossos potenciais.

Nós do Grupo BITTENCOURT também apostamos nos últimos anos em investimentos e parcerias que hoje se consolidam como um sucesso, como no caso da StreamShop, que foi acelerada por nós e atualmente é responsável pelo live commerce e ações de social selling de grandes marcas. A companhia trouxe tanta inovação que foi capaz de atrair produtos e serviços de bancos e outros players para um modo de venda até então inédito no país e que hoje caminha para a consolidação.

Investir no ecossistema de startups hoje não é mais uma inovação em si ou um passo à frente, é apenas o caminho mais rápido para acessar novas formas de fazer e testar mercados. De fato, a inovabilidade será acelerada.

Participe do mega evento BConnected, uma nova roupagem para o Fórum Internacional do Grupo BITTENCOURT que acontece há mais de 10 anos e que passa a acontecer em duas dimensões – presencial e virtual pela plataforma da StreamShop. Dias 4 e 5 de outubro no Teatro Santander em São Paulo. O evento vai tratar sobre Imprevisibilidade e Inovabilidade, temas tão presentes e relevantes no mundo dos negócios da atualidade. 

Quer saber mais sobre o BCONNECTED? Clique em SAIBA MAIS e conheça nossos palestrantes confirmados!

 

Energia solar, indústria de brinquedos, calçados e tantos outros, que acompanhamos e desenvolvemos projetos aqui no Grupo BITTENCOURT há anos, ao colocar suas operações diretamente para os consumidores estão tendo a possibilidade de comprovar que ideias cercadas das demandas atuais, que incluem experiência, usabilidade, tecnologia e propósito é o que tem feito o sucesso de suas iniciativas.

Se antes era preciso uma movimentação intensa e mobilização de uma grande cadeia de stakeholders que fizessem seus produtos chegarem ao público final, muitas vezes mais complexos, o que tem sido comprovado é que quando a própria indústria decide iniciar uma operação direta de seu produto ou serviço para o consumidor, a mensagem chega mais verdadeiramente às pessoas e o engajamento tende a ser maior.

Nos últimos anos temos trabalhado com nossos clientes nessa jornada, que passa por entender o desejo de como esse produto que a indústria faz está carregado de signos, seja de história ou de inovação, e de como eles podem se conectar com uma linguagem mais atualizada, sem perder a essência do seu legado.

Quando, por exemplo, nos prontificamos a fazer o projeto do Portal Solar, um marketplace de equipamentos e serviços para projetos de energia solar, lançamos uma operação de franquias que permite a qualquer empreendedor atuar no segmento investindo R$ 25 mil reais. Com um  cenário no qual o número crescente de consumidores enxergando a produção própria de energia como alternativa para reduzir a conta de luz, aumentou a possibilidade de opções para os diferentes tipos de empreendedores que querem atuar num modelo de negócio que, além de rentável, é também ambientalmente responsável.

O franchising tem sido uma possibilidade para escalar esses negócios e também outros tipos, como no caso da Pampili, com quem começamos um trabalho em 2019, quando fizemos uma imersão completa no universo Pampili e seus canais de distribuição. A proposta era identificar qual seria a estratégia ideal para fazer com que a marca crescesse de forma sustentável por meio de uma rede de lojas de marca própria. A ideia do franchising era uma possibilidade mas ainda não uma certeza.

Ao longo de diversos estudos avaliando as alternativas mais adequadas para a Pampili, olhando para o mercado, as oportunidades de expansão, pesquisas com vários stakeholders, e levando muito em consideração a necessidade de proteger a marca e a sua essência, o caminho ficou mais claro e decidiu-se de forma definitiva pela expansão com franquias.

Preparado para inovar? Clique em saiba mais e venha conversar conosco. 

Hoje, com um cenário no qual consumir bem é fazer escolhas de consumo melhores, muito tem se falado sobre os processos de recompra de produtos, originários dentro da chamada “economia circular”. A tendência que é conhecida como “re-commerce”, tem sido adotada por grandes varejistas, em diversos segmentos – desde moda até tecnologia.

Em tempos de crise econômica, mas também de maior conscientização, a solução do re-commerce surge também atendendo anseios oriundos da geração Z, na qual cerca de 67% dos jovens consumidores americanos afirmam ter adquirido peças usadas, compradas em sites e lojas de varejistas. Estes que, por sua vez, também acabam comprando de seus consumidores essas mesmas peças, fazendo um círculo de revenda. 

Dar acesso a produtos de qualidade, mesmo que de segunda mão e ainda contribuir com a redução do impacto ambiental são algumas das soluções que o re-commerce traz para a nova economia. 

No Brasil, já vemos movimentos desse tipo por exemplo no mercado de telefonia móvel, que acaba recebendo o celular usado e realizando o abatimento no valor de um aparelho novo. Já existem lojas como as da Motorola, por exemplo, que têm áreas específicas da loja para o recebimento de aparelhos e baterias – projeto incrível que tivemos o prazer de realizar no Grupo BITTENCOURT. 

Outro benefício do re-commerce é driblar os altos preços que se veem em tempos de inflação mais alta e continuar a fidelizar clientes, que já conhecem a qualidade dos produtos das marcas – ele traz um produto usado, e recebe desconto na compra de um produto novo. Os varejistas que enxergam esse tipo de ciclo das mercadorias de forma mais sustentável, além de darem sua contribuição ao bolso dos clientes, acabam por adotar uma postura socialmente responsável e sustentável. E com o beneficio de que a balança se equilibra – não é apenas uma ação responsável, é também de geração de receita e incremento de resultado.

Sistemas de logística reversa para resgate de produtos usados e outros, também começam a fazer parte dos planos para quem quer fazer desse mercado do re-commerce uma oportunidade, que tem tudo para continuar a ajudar a todos os stakeholders envolvidos no ecossistema e que estejam comprometidos por um consumo cada vez mais consciente. 

 

E você? Conhece algo parecido ou quer saber mais sobre cases
como este da Motorola, realizado por nós aqui no Grupo Bittencourt?

Vem conversar com a gente. 

Assim como a gestão de uma empresa, a gestão de franquia passa por administrar os diversos aspectos do negócio. O que diferencia a gestão de franquia dos demais negócios é que o franqueado recebe do franqueador todas as melhores práticas e recomendações de como conduzir o negócio.

A gestão de franquia também passa por administrar o relacionamento com o franqueador e com a sua equipe – inclusive consultores de campo que visitam a operação periodicamente para apoiar o franqueado a fazer a melhor gestão da franquia.

O franqueado, geralmente, quando assina o contrato de franquia recebe do franqueador os manuais de gestão e administração do negócio. Esses manuais serão fundamentais ao longo do tempo para apoiar o franqueado a conduzir a empresa segundo as regras da franqueadora e seguindo os processos que levaram o franqueador, em primeira análise, a ter sucesso com o negócio.

Assim como num negócio independente, ao franquear gestão da franquia passa por:

·         Gestão de pessoas

·         Gestão financeira

·         Administrativo

·         Compras e abastecimento

·         Definição de estratégias

·         Divulgação e demais aspectos do negócio.

Geralmente, as franqueadoras solicitam aos franqueados a cada início de ano – e sempre com o apoio de seus consultores de campo – um planejamento estratégico para a unidade considerando entre outros aspectos, as ações de marketing que serão realizadas e claro, a projeção de resultados desejados para o período.

Cabe ao franqueado definir aonde quer chegar e, com a gestão da franquia, ir traçando as estratégias e o plano tático para alcançar os resultados desejados. E para que ele saiba em que estágio está do negócio precisa ao longo do tempo, ir medindo seus resultados alcançados.

Muitas vezes o franqueado está tão imerso no negócio e na condução da operação que acaba deixando a estratégia de lado, focando muito no que precisa ser feito para que o negócio opere de maneira satisfatória. No entanto, uma das responsabilidades que ele tem no que tange à gestão da franquia é a organização das atividades considerando todos os recursos disponíveis, tentando “se liberar” ao máximo da operação para efetivamente fazer a gestão.

Em muitos negócios, por ter uma estrutura enxuta e com recursos humanos reduzidos, é comum o franqueado desempenhar diversas funções, sendo dessa forma, ainda mais importante que ele organize a empresa e determine os responsáveis pela execução de cada atividade e processo – mesmo que seja ele a desempenhar mais de uma delas.

Não menos importante, o franqueado também é o responsável por gerir sua equipe. Afinal, ele é o líder do negócio e precisa manter a energia e o engajamento dos funcionários elevado. Cabe ao franqueado transmitir a cada membro da equipe a cultura da marca e seu jeito de ser, fazendo com que cada pessoa esteja efetivamente conectada com o propósito da empresa e com seus objetivos de longo prazo. Mais do que orientar quanto ao trabalho, o franqueado deve motivar e criar um ambiente colaborativo entre o time.

Há um mito de que o franqueado que inova é um mau franqueado, ou um franqueado que quebra as regras. Na verdade, franqueadores maduros entendem e valorizam a contribuição dos parceiros franqueados para a construção de um negócio mais inovador e revigorado. O que precisa ficar claro, no entanto, é que as ideias e novos projetos devem ser compartilhados com a franqueadora que deve necessariamente aprovar e/ou desenhar em conjunto sua execução. Muitas vezes, uma unidade pode servir de piloto para a implantação de uma novidade e isso servir, após a validação de sua efetividade, para toda a rede. Então, novas ideias devem ser bem-vindas, no entanto, como uma estratégia coordenada e acompanhada pela franqueadora.

Mesmo com as regras do negócio e as diretrizes transmitidas pela franqueadora, é importante ressaltar que é o franqueado o responsável pela gestão da franquia. Não há ingerência da franqueadora no negócio, nem subordinação. Cada unidade, atua e é gerida pelo seu franqueado de forma indendente, porém sempre seguindo as regras do contrato de franquia, acordado entre as partes no momento de sua assinatura.

Mais importante de tudo, é ressaltar o quanto o franchising, justamente por servir para a expansão de negócios testados e com modelos definidos, serve para o empreendedor cortar etapas e ter maior facilidade ao fazer a gestão. Com um modelo de sucesso, com processos definidos, e com a transmissão do conhecimento da franqueadora, a gestão da franquia deve ser muito menos complexa do que a gestão de um negócio independente. Cabe ao franqueado saber aproveitar essa oportunidade.

Entre em contato conosco e tire suas dúvidas sobre como gerir sua franquia!

Se você tem um negócio que está indo bem, com clientes satisfeitos e resultados consistentes, pode ser que a pergunta ‘como franquear meu negócio’ já tenha passado pela sua cabeça. Esse tem sido o processo natural para que modelos de negócio bem-sucedidos ganhem escala e se posicionem de forma consistente no mercado.

Geralmente o empresário que pensa em como franquear um negócio tem obtido sucesso começa a sentir que a empresa poderia ser maior e melhor e começa a considerar desenvolver novos canais de venda por meio de uma estratégia de expansão.

Porém o que acontece em alguns casos é que o empresário, apesar de estar tendo sucesso no seu negócio, não possui o capital necessário para investir sozinho em mais unidades. É aí que entra o franchising. Um modelo de expansão que mantém a consistência da marca e reputação do negócio, permite o ganho de escala e que conta com o capital de terceiros para fazer isso acontecer.

A preocupação com a reputação da marca é genuína uma vez que muitas vezes ela acaba sendo mais valiosa do que a própria empresa, e justamente por isso, há uma série de cuidados para que o franqueado mantenha a consistência em sua utilização.

Mas afinal, quais são os negócios que podem se estruturados para expansão via franquias?

Uma boa resposta é que não há limites para o franchising. Ao longo de nossa experiência enquanto consultoria temos atuado nos mais diversos setores da economia, levando o franchising para diferentes mercados. Desde os setores mais tradicionais como o varejo, foodservice e serviços até agronegócio, indústrias e infraestrutura. Muitas vezes as empresas buscam o sistema por entenderem que é uma forma padronizada de crescer, com maior segurança e consistência, e isso vale para qualquer negócio.

Qual é o segredo por trás do modelo?

Fundamentalmente são 3 os principais aspectos que garantem o sucesso de um sistema de franquias.

O primeiro deles, já mencionamos acima, é um conceito e modelo de negócio de sucesso.  O segundo é a estrutura da franqueadora – ou seja, toda a estrutura de suporte que a marca vai oferecer para os franqueados – e o terceiro, é o franqueado. Um bom operador que entende do negócio, está engajado com os resultados e com a marca.

Esses 3 pilares se bem estruturados sustentam uma boa estratégia de expansão via franquias.

 

Ganha ganha

Há quem possa pensar que franquear um negócio é uma ótima forma de crescer com o sacrifício e trabalho de um terceiro. Na verdade, esse é um dos grandes enganos que um empresário pode ter. Na relação de franquia, ou a relação é de “ganha ganha” ou ela simplesmente fracassa.

De um lado temos o franqueador que passará a ter acesso a um novo mercado, sem investimento direto em novas operações e sem precisar operar o negócio garantindo assim uma força de trabalho local, e do outro lado um franqueado que terá acesso a uma fórmula de negócio de sucesso, a uma marca reconhecida e todo o know how da franqueadora. Cada um com suas responsabilidades e direitos e tendo ambos que terem resultados com o negócio.

A decisão de franquear o negócio

A decisão de seguir pelo caminho do franchising passa por algumas reflexões importantes considerando desde aspectos econômicos, de controle dos canais e de necessidade de adaptação – seja do empresário seja do negócio em si.

Geralmente a equação Custo x Controle funciona bem na escolha de qual canal de distribuição utilizar. Aqueles que oferecem menor custo, também tendem a oferecer menor controle do canal – como por exemplo o atacado e a revenda. Os que permitem maior controle da operação no entanto, também são aqueles que exigem maior investimento como é o caso da expansão com unidades próprias.

Cada canal vai exigir algum tipo de renúncia porém também vai trazer alguns benefícios. No sistema de franquias alguns deles são:

  • Ganho de velocidade na expansão em comparação com o investimento necessário
  • Foco do franqueador no desenvolvimento e inovação do modelo
  • Franqueados motivados com o negócio e focados em fazer dar certo
  • Custos fixos menores
  • Economia de escala entre outros.

Decisão tomada!

Depois de avaliados todos esses aspectos o empresário pode efetivamente se decidir pelo sistema e iniciar todo o processo de preparação para a expansão. Ele vai precisar seguir por uma jornada importante e não deve cortar etapas sob o risco de comprometer toda a estratégia.

Passo 1: Avaliar a viabilidade do negócio e se ele é realmente franqueável. Fazer um estudo completo considerando a proposta de valor, o modelo de negócio atual, o mercado e a concorrência, a situação atual da empresa, avaliação estratégica financeira e todos os aspectos que podem influenciar na franqueabilidade do negócio.

Passo 2: Mapear todos os processos para a transferência do know how. Etapa importantíssima para a replicação do modelo. É nessa etapa que tudo que levou o negócio a ter sucesso é colocado no papel para poder orientar as obrigações do franqueado na gestão da franquia.

Passo 3: Formalização de todos os documentos que regulam a relação de franquia de acordo com a lei 13.966 de 2019. Fundamentalmente, o contrato de franquia, a circular de oferta de franquia e o pré-contrato de franquia.

Passo 4: Estruturação da franqueadora. Parte importantíssima para suportar toda a rede que vai se formar. Três aspectos fundamentais devem ser cuidados: Processos (manual da franquia), tecnologia que será empregada e pessoas.

Passo 5: Definido todos os aspectos “estruturais” da franqueadora é hora de selecionar um bom candidato à franquia. Cabe aqui dizer que trata-se realmente de um processo de selação e não de venda. Você vai querer ter os melhores franqueados na sua rede e não apenas aquele que teve o capital necessário para investir no negócio.

Passo 6: Rede formada, é hora de cuidar da sustentação das unidades e de manter os franqueados engajados. A gestão da rede em todos os seus aspectos é o que vai garantir a perenidade da marca e o sucesso de toda a estratégia desenhada.

E aí? Está pronto para franquear o seu negócio?

Leia também sobre a internacionalização de franquias brasileiras, você vai se interessar!

*Por Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT – consultoria especializada em desenvolvimento, expansão e gestão de redes de franquias e negócios.

A questão do conhecimento repassado geração por geração e fazendo parte do processo de transformação do mundo como o conhecemos, é talvez das coisas mais importantes e que tornam perenes algumas marcas, empresas, negócios e sociedades.

É pensando no valor do repasse do conhecimento que muitos de nós procuramos sempre nos alinhar aos melhores dentro de nossos campos de atuação, o que acaba sendo fator preponderante para uma jornada de sucesso real, quando, do início ao fim, sabemos que os valores foram repassados. Mas mais importante que isso, a certeza que eles estão contribuindo para a construção de um mundo além do manual da franquia.

Quando uma empresa decide escalar seu negócio por meio do processo de franquias ou quando algum empreendedor decide investir seu tempo, esforço e capital em uma marca, adquirindo uma franquia, não podemos deixar de levar em consideração que uma jornada de trocas de conhecimentos se inicia e ela é fundamental para que a história seja próspera e duradoura para ambos os lados.

Quando isso acontece, podemos levar em consideração alguns pontos:

  • O elo que sedimenta essa relação é o conhecimento;
  • A relação ocorre por uma troca de ambos por meio do processo educativo;
  • Quando uma marca decide fazer seu negócio expandir pelas mãos de outras pessoas é um ato de responsabilidade;
  • Quando se investe em um negócio que já está consolidado, a sede de conhecimento e a vontade de ser assertivo dá continuidade ao legado;

Como consultores e hoje aliados a parceiros como a Franklyn Covey, entendemos que esse momento do aprendizado de negócio é extremamente importante para nós, sendo um ponto chave não apenas porque entendemos sua importância, mas também pelo fato da disseminação do conhecimento ser o ponto chave para que o franqueado realmente mergulhe, entenda e leve adiante uma mensagem não de negócio apenas, mas de contribuição social.

Não à toa, recentemente, fomos responsáveis por lançar o movimento “Franchising Consciente”, juntamente com o Instituto Capitalismo Consciente Brasil, no qual estamos imbuídos de um propósito maior para os negócios e esses propósitos passam irremediavelmente pela aquisição do conhecimento e ele acontece por meio da educação.

Líderes, gestores e todos que habitam o ecossistema dos negócios devem continuar a buscar metas de sucesso, mas aliar isso ao propósito e à visão de marcas é tarefa que a educação continuada para o setor tem papel fundamental para a longevidade das parcerias entre franqueados e franqueadores.

Método, disciplina e foco continuam a fazer parte da equação, agora atualizadas com valores os quais estamos cada vez mais inseridos como empresa que entende e quer continuar no constante processo de transformação, tão necessário para que o nosso setor prospere e possa deixar como legado às futuras gerações.

Quer saber mais sobre os cursos da parceria Grupo Bittencourt e Franklyn Covey, acesse:

https://bittencourtconsultoria.com.br/franklin-covey/

O Brasil é mesmo um dos cenários de maior inovação e no qual alguns dos pilares da sustentabilidade mais podem ganhar espaço nos próximos anos. Acerca destes dois pontos, os números não mentem: o País foi responsável por aumentar em 20 vezes o número de startups criadas em 10 anos, tendo seu recorde em 2018, quando o número de empresas com as características de startup bateu os 10 mil, segundo a Associação Brasileira de Startups.

 

Na parte de sustentabilidade, nem precisamos falar o que já é óbvio, onde as maiores riquezas naturais que possuímos têm um potencial de fazer com que possamos ascender economicamente de forma sustentável: temos a maior floresta do mundo, a maior reserva de água doce do planeta e outras características capazes de nos tornarmos uma das maiores economias centradas no impacto social do mundo. O que precisa de fato, é que o país passe a valorizar e preservar todos esses recursos.

 

Com esses dois pontos convergentes, não há como não pensar que seremos o palco ideal para a implantação da ideia do Innovability, ou Inovabilidade. O conceito criado a partir da junção da inovação e sustentabilidade tem se provado como algo não só bom para o planeta, mas também rentável para as empresas de todos os segmentos que têm se guiado pelos seus preceitos.

 

Trazer a sustentabilidade para se pensar ações inovadoras e trazer inovação para os tipos de iniciativas sustentáveis tem sido o casamento perfeito para geração de valor para as empresas que estão apostando no futuro.

 

E se notarmos que investimento é algo que mira o futuro, logo vamos saber que o futuro em si será regido pela Inovabilidade. Para se ter uma ideia, segundo relatório da consultoria Allied Market Research, o volume de recursos investidos em empresas com foco em inovação para sustentabilidade vai aumentar de US$ 6,8 bilhões (2018) para US$ 44,6 bilhões em 2026.

 

Isso significa que uma atmosfera cada vez mais aberta de inovação, baseada na sustentabilidade, deve chegar aos mais variados tipos de negócios. Isso é fundamental para tempos incertos e é sobre isso que o Grupo Bittencourt tem buscado gerar influencia, a consciência sobre esses aspectos que guiam o futuro. Para tornar esse papel ainda mais tangível, os trazemos como tema do nosso maior e mais importante evento sobre gestão de negócios em rede: o BConnected.

 

Nossa crença é de que, em tempos de incerteza, a inovação e a sustentabilidade nos negócios devem servir de alicerce para os próximos passos de qualquer tipo de negócio que queira se afirmar perene e contribuir para um mundo melhor.

 

Até o BConnected, que vai ocorrer nos dias 4 e 5 de outubro, você ainda deve ouvir falar um pouco mais dos temas “Imprevisibilidade e Inovabilidade”, e esteja certo que o melhor dessa discussão será apresentado e, como sempre, estaremos dispostos a dar nossa contribuição para um mundo cada vez mais focado em Innovability.   

 

Vamos juntos? 

Para saber mais sobre o evento:

Sabemos bem que as franquias são responsáveis por replicar um modelo de negócio e fazer ele escalar e dar frutos, além de ser um caminho no qual o empreendedorismo é mais previsível, tendo menos surpresas. Agora imagina que esse mesmo ecossistema de franchising possa também servir para basear uma cultura de respeito aos stakeholders e envolver uma consciência de mercado responsável e bom para toda a sociedade. Já imaginou?

Foi pensando em aproveitar a dinâmica desse círculo virtuoso que é o setor de franquias, com seu espírito multiplicador, que surgiu, por meio do Grupo Bittencourt e do Instituto Capitalismo Consciente Brasil, o movimento do “Franchising Consciente”, criação que quer trazer os pilares do Propósito maior, Orientação para stakeholders, Liderança Consciente e Cultura Consciente para o nosso segmento e fazer com que ele ajude a expandir as possibilidades para um mundo melhor.

Considero esse passo fundamental para que os conceitos idealizados inicialmente por Raj Sisodia e John Mackey, criadores do movimento do Capitalismo Consciente, possam finalmente chegar nas economias reais, feitas no dia a dia das pessoas, para além das grandes corporações, uma vez que as franquias perpassam a economia e atingem um grande número de setores e pessoas.

Preparamos durante os últimos meses uma metodologia proprietária e que desmistifica que se tornar uma franquia consciente é simplesmente aderir a um movimento. Acreditamos que isso faz parte de aprender e praticar iniciativas orientadas por um processo muito bem planejado e com possibilidade real de ser executado. Algumas etapas importantes passam por uma oxigenação e conscientização da empresa sobre a importância do tema, a realização de um diagnóstico, definição de um plano de ação e finalmente a implantação das oportunidades de melhoria encontradas. Tudo isso, ministrado dentro da parceria entre Instituto Capitalismo Consciente Brasil e Grupo Bittencourt.

Após essa jornada de aprendizagem, as franquias poderão ser certificadas como uma empresa adaptada ao Franchising Consciente – certificação a ser validada anualmente. E ainda dentro dos preceitos de um engajamento real, é obrigatória a participação do líder, sócio ou diretor da empresa no programa de formação básica no Capitalismo Consciente, o que acreditamos ser fundamental para que a cultura dentro dos pilares propostos tenha um guardião dentro da organização.

Esse projeto é motivo de orgulho para nós que estamos ao longo dos anos nos comprometendo cada vez mais com a construção de impacto positivo nas empresas, nas pessoas e porque não, no planeta. Sabemos que é uma jornada que se caminha a passos cuidadosos e muitas vezes lentos. A transformação não acontece de um dia para o outro apenas por se tomar a decisão de fazê-la acontecer. Nosso convite para a participação no Franchising Consciente é fazer com que as empresas dêem seu primeiro passo! 

Se você quiser saber mais sobre o movimento, acesse: