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Em mais uma visita técnica em Phoenix, estivemos na EarthWise Pet, que se concentra no cuidado holístico de animais de estimação por meio de produtos naturais e orgânicos, além de serviços para os pets como banho e tosa.
Fomos recebidos pela equipe da franqueadora em uma loja franqueada.
• São 4 modelos de franquia: PET Depot (um modelo de empório, loja maior e para uma diversidade mais ampla de animais), GROOMBAR (modelo para banho e tosa), essa última tem uma derivação para modelo de franquia móvel e o Earthwise Pet que visitamos – modelo de pet shop tradicional que oferece produtos diversos para cachorros e gatos, alimentação, banho e tosa e uma novidade: serviço de self-wash, onde os clientes usam a infraestrutura da loja para darem banho em seus animais. Eles oferecem tudo, do shampoo à toalha.
◦ Uma estratégia é a de desenvolver produtos de marca própria e para isso negocia com distribuidores locais. Dessa forma conseguem margens maiores na venda desses produtos.
• Um ponto de destaque em relação ao suporte da rede são os “Profit Coaches” ou seja, coaches de lucratividade. Que são franqueados ou ex-franqueados que se tornam treinadores dos franqueados atuais da rede para que eles tenham maior rentabilidade no negócio. Eles fornecem uma espécie de consultoria em gestão financeira.
• O E-commerce faz parte do modelo de negócios e as unidades franqueadas podem trabalhar com a venda online integrada à loja de que são proprietários.
◦ Os franqueados EarthWise Pet podem criar sua própria página no site da empresa para que os clientes locais encontrem e solicitem produtos com facilidade. Além disso, recebem um % da venda dos produtos da loja online que serão atendidos pela sua loja.
Todos saíram de lá com muitas ideias e produtos pets na sacola! Se quiser saber mais sobre o que aprendemos nessa visita, é só continuar com a gente!
Em uma das visitas técnicas aqui em Phoenix, fomos conhecer de perto o modelo de negócios e uma unidade da School of Rock.
Rob Price, Presidente e CEO da marca nos recebeu com uma de suas franqueadas para mostrar a unidade e nos contar um pouco sobre o que a School of Rock tem de especial.
Logo no primeiro contato, o que podemos perceber é a paixão pelo negócio que combina educação musical e desenvolvimento pessoal, o que impacta de forma muito positiva a saúde mental dos alunos. Segundo Bob, o impacto é tão positivo que apoia na redução do índice de suicídio entre os jovens.
Com planos ambiciosos de expansão global, incluindo 150-300 novas escolas no Brasil, a franquia está construindo uma comunidade unida de franqueados comprometidos com o sucesso dos alunos. Alguns pontos de destaque:
– A marca foi fundada em 1998 e iniciou no franchising em 2005 – hoje é de um fundo de private equity
– Possui unidades próprias, mas o foco é a expansão no franchising. Para a franqueada essa é uma das vantagens de estar no negócio. A franqueadora sente as mesmas dores dos franqueados e isso abre espaço para conversas.
– O investimento nas escolas é alto (cerca de US$ 500.000), principalmente por conta da sua estrutura física com os estúdios e salas de ensaio, porém sua operação é bastante simples.
– Muitas vezes os próprios alunos se tornam professores e seus pais franqueados
– Eles têm dois modelos de atuação: programas de “performance” em que os alunos se preparam para se apresentar ao vivo e como participantes de uma banda. Os próprios alunos escolhem o repertório e coisas muito diferentes podem acontecer como por exemplo, um duelo de Taylor Swift x Dolly Parton (ícone do country nos EUA).
– Suas estratégias de marketing, são centradas em eventos da comunidade em que a franquia está instalada (promovem shows dos alunos em eventos como feiras de negócios, corridas de rua, etc) e aulas experimentais (nas quais os interessados na escola fazem uma aula para sentir como é fazer parte da escola e, então tomarem a decisão de se inscreverem nos programas)
– Os alunos são parte ativa do modelo, e não apenas promovem a marca, mas são munidos de um forte senso de pertencimento.
Um modelo interessante e que ensina sobre a necessidade das unidades estarem próximas da comunidade, engajarem seus clientes e os tornarem promotores do negócio.
Tema recorrente em quase todas as sessões da Convenção da IFA (International Franchise Association), a inteligência artificial claramente tem impactado os negócios de diversos setores.
E pensando nisso, Shawn DuBravac, Ph.D e presidente da Avrio Institute – consultoria com foco em apoiar as empresas a lidarem com os avanços tecnológicos que impactam seus negócios – desenhou uma sessão hands-on sobre as aplicações práticas da IA no franchising em suas diversas frentes como marketing, operações, desenvolvimento, etc. Ficou claro que IA não apenas aumenta a eficiência operacional, mas também revoluciona o envolvimento do cliente, as estratégias de marketing e os processos no franchising – seja para os franqueados, seja para as franqueadoras.
A aplicação imediata da IA em marketing é inegável. Ao analisar grandes quantidades de dados, a IA permite que os franqueadores criem campanhas de marketing personalizadas que atendem diretamente às necessidades e preferências do consumidor. A aplicação prática envolve o aproveitamento de ferramentas de IA para análise preditiva para prever tendências e comportamentos dos clientes, otimizando assim os esforços de marketing e alocações orçamentárias para maior ROI. Um exemplo? Análise de reviews sobre seu produto ou serviço disponíveis online para direcionar melhoria em produtos, entendimento de posicionamento e imagem da marca, identificação das vantagens competitivas que os consumidores enxergam na sua marca e que apoiam na determinação da proposta de valor e que podem ser ressaltadas na comunicação.
As melhorias operacionais por meio da IA são para as franqueadoras talvez um dos maiores ganhos no uso dessa tecnologia. A implementação de IA no atendimento aos franqueados pode reduzir os custos operacionais e, ao mesmo tempo, aumentar os índices de satisfação. Os franqueadores podem adotar chatbots com IA para garantir acesso 24 horas por dia, 7 dias por semana para sanar dúvidas comuns dos franqueados. Além disso, análise de uma grande quantidade de dados, como por exemplo, os DREs das franquias podem auxiliar os consultores de campo a definirem planos de ação com base em desempenho e tendo como referência dados de benchmarks da rede.
Além disso, a IA serve como uma ferramenta indispensável para a tomada de decisões com base em análises de mercado e até mesmo para seleção de pontos comerciais. Ao empregar IA para analisar dados demográficos, econômicos e competitivos, os franqueadores podem identificar locais ideais para expansão e adaptar as suas ofertas para satisfazer as exigências do mercado local. Além disso, pode apoiar na criação de cronogramas de implantação, definição das etapas a serem cumpridas, e até mesmo as ações que devem ser realizadas, pré, durante e pós inauguração da franquia.
Alguns dos usos para equipes de expansão vão desde treinamentos sobre como lidar com objeções e desenho de diferentes de cenários para lidar com os candidatos. Desenhar scripts de abordagem aos candidatos, identificação de mercados inexplorados com alto potencial de crescimento, fazendo com que os recursos sejam investidos em locais com maior probabilidade de gerar retornos, avaliação de concorrência local, análises de posicionamento da marca nos mercados destino… Tudo isso para facilitando a expansão de forma mais estratégica e com menores riscos para a marca e para o candidato que está investindo naquele mercado.
Melhorar o envolvimento do cliente através da IA envolve a criação de experiências personalizadas em cada ponto de contato. Desde mecanismos de recomendação alimentados por IA até estratégias de comunicação personalizadas, os franqueadores podem utilizar a IA para aprofundar o relacionamento com os clientes e promover a fidelidade, impulsionando novos negócios e vendas adicionais.
E na prática? Como começar e quais as ferramentas que podem ser utilizadas?
Comece com uma estratégia: identifique áreas dentro de sua franquia onde a IA pode ter o impacto mais significativo. Comece com projetos que oferecem ganhos rápidos para ganhar velocidade e ter a adesão das equipes.
Invista em treinamento: garanta que sua equipe entenda os recursos da IA e como aproveitá-los de maneira eficaz. A educação contínua manterá sua franquia atualizada em relação aos avanços em IA.
Faça parcerias: busque parcerias com fornecedores de tecnologia especializados em IA que oferecem soluções escalonáveis adaptadas às necessidades de franquia. A experiência deles pode cortar etapas e integrar de forma mais rápida a IA nas operações.
Monitore, repita, faça novamente: Avalie continuamente a eficácia das implementações de IA e permaneça aberto para ajustar estratégias com base em dados de desempenho do uso de IA no negócio.
ChatGPT (https://chat.openai.com/): Uma das ferramentas mais adotadas hoje em dia pela fácil usabilidade e infinitas possibilidades de aplicação. Usado para gerar conteúdo para marketing, análises estratégicas como avaliação de posicionamento da marca frente a concorrência, desenho de planejamento de ações de lançamento de produtos, criação de políticas diversas e muito mais.
Midjourney (https://www.midjourney.com/): Criação de imagens de acordo com o comando fornecido pelo usuário. Pode ser usado para criação de embalagens, imagens para apresentações, redes sociais, logos e muito mais.
Nvidia (https://www.nvidia.com/en-us/): Empresa de tecnologia especializada em IA e metaverso, que possui uma série de soluções de IA que aceleram o deep learning e as interações tecnológicas para as empresas.
Hey Gen (https://www.heygen.com/): Plataforma para criação de mídia digital com IA para geração de vídeos e áudios que parecem ter sido criado por humanos.
Fica claro que a IA passa a ser uma aceleradora do crescimento uma vez que leva à eficiência, expansão de mercado, diferenciação, definição de estratégias vencedoras e, principalmente, passa a apoiar as marcas a se manterem competitivas e resilientes diante dos rápidos avanços tecnológicos dos mercados.
Com a proposta de ser um portfolio de marcas de food service projetada para oferecer retorno rápido do investimento para os franqueados, a EB – Experiential Brands foi apresentada por Aziz Hashim, figura reconhecida no franchising norte americano por há mais de 10 anos ter formado o primeiro fundo de investimentos formado por um multi-franqueado – a NRD Capital.
Fazem parte do portfolio da EB, The Original Hot Chicken da frangos fritos, Inked Tacos de comida mexicana, Pinsa Roman Pizza de pizzas e também uma marca de hambúrgueres. Todos conceitos criados já com a mentalidade de serem altamente escaláveis, adaptáveis e flexíveis para expansão internacional, simples na operação e gestão, pouca necessidade de mão de obra, menus enxutos, emprego de tecnologia para simplificar os processos da operação, além de terem o foco na operação para consumo “off premisse”, ou seja, consumo fora do restaurante. As 4 marcas do grupo podem facilmente ser operadas em uma única cozinha. Para a EB, o foco é a qualidade do produto e não operações de restaurantes grandes e sofisticados, além de, e principalmente, fazer com que o franqueado se rentabilize de forma mais rápida. Uma combinação de fatores que atrai pela ousadia.
O modelo de negócio inovador é construído sobre três pilares: rentabilidade dos franqueados, adaptabilidade e eficiência operacional, com a adição de um foco estratégico na qualidade.
A visão da Experiential Brands é a de garantir o retorno sobre o investimento dentro de dois anos de operação, o que desafia as premissas do mercado, e também um alto nível de confiança na eficácia do modelo. Este objetivo, aliado à promessa de operações simplificadas e ao foco em adaptar o cardápio às preferências locais, parece abrir caminho para uma maior competitividade no mercado de food service, mas principalmente, no mercado de franquias.
Qual candidato à franquia não gostaria de ouvir que o foco do franqueador é garantir que ele tenha retorno do seu investimento em até 2 anos? E qual franqueador do setor da atualidade colocaria à prova seu conceito para se comprometer com esse resultado?
Aziz, com sua vasta experiência como franqueado, traz uma perspectiva única para a estratégia do negócio – em que destaca a importância de um modelo escalável que prioriza a qualidade e a satisfação do cliente. Este compromisso com a excelência do produto, combinado com a estratégia de localizações prime e operações enxutas, posiciona a Experiential Brands como uma força inovadora no setor.
Mas no contraponto, o modelo da Experiential Brands levanta questões sobre sua capacidade de manter a consistência da marca enquanto oferece flexibilidade na abertura das lojas e nas adaptações locais de uma forma geral. Apesar do ceticismo inicial que novos modelos podem provocar, a proposta de valor da Experiential Brands traz uma contribuição significativa para o futuro do franchising no setor de food service e desafia as normas estabelecidas e oferece uma promessa atraente de sucesso e rentabilidade.
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O franchising é uma jornada única, onde a essência não está apenas na marca ou no produto, mas profundamente enraizada nos relacionamentos de valor. Uma das maiores vantagens de fazer parte de uma rede de franquias é a oportunidade de compartilhar experiências, conhecimento e boas práticas que impactam a performance das unidades. Em um ambiente onde cada franqueado opera como uma empresa independente, mas sob a mesma marca, o compartilhamento de insights e práticas de sucesso é fundamental. É neste contexto que os grupos colaborativos de aprendizagem, conhecidos como grupos de desempenho ou grupos de performance, surgem como um pilar crucial. Eles são o cerne onde o compartilhamento de conhecimento e experiências se traduz em crescimento e inovação contínua para cada membro da rede.
Estes grupos funcionam em um ambiente de alta confiança, pois as discussões estratégicas sobre o sucesso das operações, finanças e tendências de mercado são vistas como essenciais para o desenvolvimento da rede como um todo. Quando a rede cresce, a marca se torna mais valorizada e as unidades com melhor desempenho. Mais do que apenas um encontro de franqueados para um bate- papo, eles representam uma cultura de apoio mútuo e aprendizado colaborativo. Neles, os membros podem tanto oferecer quanto receber orientações valiosas, impulsionando o sucesso coletivo e individual.
Os grupos funcionam em um ambiente de alta confiança e mostraram ser mais do que simples reuniões; eles são incubadoras de sucesso e inovação. Na prática, esses grupos têm sido fundamentais na melhoria da lucratividade, otimização de operações e na implementação de estratégias de marketing mais eficazes.
Franqueados que participam ativamente desses grupos frequentemente relatam um aumento significativo na satisfação do cliente e na retenção, graças à troca de ideias sobre melhores práticas e soluções criativas para desafios comuns. Além disso, o compartilhamento de experiências e a colaboração contínua incentivam uma cultura de aprendizado constante, que se traduz em crescimento sustentável e vantagem competitiva no mercado. Os grupos de performance representam uma ferramenta vital para a evolução e fortalecimento da rede de franquias, demonstrando que o sucesso coletivo é, de fato, alcançado através da colaboração e do compartilhamento de conhecimento.
Não dá para ignorar uma inquietação comum das franqueadoras que é o receio de que o fortalecimento da união entre franqueados possa, em algum momento, gerar um grupo de “oposição”. Este receio, embora compreensível, destaca a necessidade crítica de fomentar relações baseadas na transparência e na prestação de contas. A franqueadora deve participar de forma ativa, sendo a promotora do compartilhamento, da colaboração. Como conhecedora de cada unidade, de cada ação que promoveu o crescimento das unidades, ela deve mediar essas trocas e compartilhamentos.
A transparência não apenas constrói uma base sólida de confiança, mas também promove um ambiente onde tanto franqueados quanto franqueadores se sentem confortáveis para compartilhar sucessos e desafios, trabalhando juntos em busca de soluções. Além disso, a prestação de contas de ambas as partes fortalece a relação, garantindo que tanto a franqueadora quanto os franqueados se mantenham alinhados aos objetivos e valores da marca. Assim, ao invés de temer a união dos franqueados, franqueadoras proativas podem vê-la como uma oportunidade para fortalecer a rede, promovendo uma cultura de colaboração e suporte mútuo.
E a sua rede? Como você tem estimulado a colaboração em um ambiente de alta confiança? Se ainda não estiver promovendo essa troca, conte conosco para estruturar esse processo e promover a excelência da rede!
Caroline Bittencourt, Diretora de Relacionamento & Experiência do Grupo BITTENCOURT – consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.
Se você deseja expandir seu negócios com modelos inovadores e formatos que geram resultado, conte com o Grupo BITTENCOURT nessa jornada.
No mercado dinâmico de hoje, a evolução constante é imperativa para empresas que buscam manter a competitividade, adaptando-se não só às mudanças nas demandas dos consumidores, mas também ao cenário competitivo e tecnológico. Nesse contexto, o reposicionamento de marca emerge como uma estratégia corajosa para estabelecer diferenciais e criar uma nova proposta de valor, garantindo um lugar distinto no mercado.
Mais do que uma mudança superficial, o reposicionamento de marca é uma transformação profunda na percepção que o público tem de uma empresa. Esta transformação não se limita ao visual, mas permeia todo o modelo de negócios, muitas vezes, alterando até a cultura organizacional. A essência do reposicionamento está na percepção da marca pelo consumidor, moldando a realidade concreta através de uma estratégia cuidadosamente planejada. As empresas que se aventuram nessa jornada não apenas modificam elementos tradicionais do marketing, como produto, preço, promoção e distribuição, mas se empenham em atender plenamente às necessidades e desejos do consumidor, ampliando a relevância de sua marca.
Recentemente, em Nova Iorque, testemunhamos dois exemplos icônicos de reposicionamento. Uma marca, geralmente conhecida por seu produto prático, mas sem grande apelo de moda, alcançou uma reviravolta notável em sua imagem. Com uma abordagem de marketing centrada no consumidor e colaborações estratégicas, essa marca abraçou a individualidade, promovendo a autoexpressão e renovando completamente sua imagem. Seu resultado? Uma identidade revitalizada, celebrada agora como um ícone de moda e símbolo de conforto e estilo. Estou falando da Croc’s. Se você quer ver o salto no posicionamento da marca, é só entrar nas suas páginas nas redes sociais. Agora nas versões salto alto, lifestyle fashion, outdoor e aventura e até mesmo em botas de cowboys, você vai se surpreender.
A outra, uma potência da logística, reconheceu que a ascensão do e-commerce e a alteração nas expectativas dos consumidores exigiam uma nova direção. Integrando tecnologias avançadas e convertendo dados em insights acionáveis, esta empresa se reposicionou, não apenas como um serviço de entrega, mas como um parceiro essencial no ecossistema do e-commerce. Estou falando da FedEx que começou a oferecer soluções que abrangiam desde a previsão de entrega até a gestão de devoluções, destacando-se em um mercado cada vez mais orientado para a satisfação do cliente e a eficiência operacional, e isso vai muito além da entrega de pacotes.
Essas experiências são provas de que, em qualquer setor, o cerne do reposicionamento de marca é entender e atender às necessidades e desejos do consumidor contemporâneo. A tecnologia, embora vital, é apenas um meio para atingir o fim – estabelecer uma conexão profunda e significativa com o consumidor, ressoando com seus valores, aspirações e desafios.
Diferente da crença de que o reposicionamento é um mea culpa por estratégias passadas, ele é, na verdade, um movimento estratégico e proativo em resposta às dinâmicas mutáveis do mercado e às preferências dos consumidores. Esse processo reflete a capacidade de uma empresa de se adaptar, evoluir e adotar uma nova visão, alinhando-se com as oportunidades emergentes. Redefinindo sua identidade e mensagem, uma marca não renega seu passado, mas o usa como alicerce para a inovação e o crescimento futuro, demonstrando que está preparada para antecipar mudanças, moldar e definir como deseja ser percebida e valorizada no competitivo cenário de mercado.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT – especialistas no desenvolvimento, expansão e gestão de redes de negócios e franquias. Visite www.grupobittencourt.com para mais informações.
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Não é de hoje que artistas e celebridades descobriram a receita de unir influência e reputação com os negócios. Muitos hoje emprestam sua imagem para marcas e produtos e outros, de fato, desenvolvem negócios proprietários e se envolvem desde a conceituação, construção de parcerias, até o desenvolvimento dos produtos, distribuição, marketing e outros.
Esse é caso da atriz Drew Barrymore que, em parceria com a Made by Gather, empresa especialista em desenvolver artigos para cozinha, desenvolveu a Beautiful uma linha de produtos com foco em design, acessibilidade e inovação.
A sessão foi um bate papo leve e divertido com a participação da atriz e do CEO da Made by Gather, Shae Hong
Para criar marcas significativas e com potencial de crescimento por meio de parcerias, é necessário um alinhamento de intenções e propósito, esse é um dos pontos principais. Além disso, um compromisso com a integridade, honestidade e manutenção de promessas. Um novo negócio não exige apenas um bom insight e timing de mercado, é necessário resiliência para seguir enquanto os resultados não veem e uma relação de confiança para fortalecer a sociedade. Foi com esse direcionamento que Drew se aliou a Shae para a criação da Beautiful.
Ao desenvolver um novo produto, não basta apenas criar algo inovador. Não tem que ser apenas agradável aos olhos, com design incrível; eles precisam ser acessíveis e funcionais. Alcançar um equilíbrio entre manter preços atrativos de forma que sejam acessíveis para um público mais amplo e, ao mesmo tempo, investir em inovação e qualidade. Isso tudo sem sacrificar a qualidade e o design.
A distribuição também é um ponto chave para negócio. Assim como pensaram na precificação para alcançar o maior volume de pessoas possíveis, estar em um local com alta capilaridade também se tornou fundamental. No caso da Beautiful, a parceria estratégica foi com o Walmart – o que consideram fundamental para o sucesso do negócio.
Por fim, Barrymore e Hong deram uma prévia das inovações futuras, discutindo novas cores e designs de produtos que estão por vir. Eles enfatizaram a importância de continuar inovando e de manter a marca alinhada com os valores de beleza, funcionalidade e acessibilidade.
Com a case da Beautiful, conseguimos comprovar todo o potencial da interseção entre criatividade, negócios, design e acessibilidade, desenvolvidos por meio de parcerias estratégicas baseadas em confiança, honestidade e na dedicação mútua ao sucesso e à satisfação do consumidor. Com uma receita dessas, não há como dar errado!
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Ouvir quem está sempre de olho no futuro é um ótimo caminho para oxigenar conhecimento e ampliar nosso repertório. E como sempre, na NRF, ouvir Andrea Bell da WGSN – líder global no fornecimento de insights estratégico, dados e análises de mercado -, é uma imersão no que vai moldar o cenário do varejo no futuro.
Aqui estão alguns dos insights para você ficar de olho:
A palestra destacou mudanças demográficas significativas, como o envelhecimento das populações na Ásia (até 2060, a Asia será composta por 1.2 bilhões de pessoas com mais de 65 anos) e a tendência de jovens adultos em países ocidentais se manterem por mais tempo morando com seus pais (48% dos jovens de 18 a 29 nos EUA ainda moram com os pais). Essas mudanças estão desmantelando estereótipos relacionados à idade e criando novas oportunidades de mercado com necessidades diversas, especialmente em saúde e bem-estar.
A ideia é que as empresas abracem uma perspectiva “agnóstica” sobre a idade dos consumidores, afinal, estamos vivendo em um mundo com muita intersecção entre as gerações.
Foco na crescente importância da tecnologia no varejo, particularmente o que chamam de tecnologia intencional e proposital – ou seja, uso de tecnologias de maneira deliberada e com um propósito claro, considerando aquelas que realmente vão agregar valor ao negócio e não porque são novidade ou tendência. Houve uma ênfase em IA e suas implicações para segurança e questões éticas – um dado interessante é que 42% dos especialistas em I.A estão igualmente entusiasmados e preocupados com o surgimento de humanos virtuais e seu impacto potencial em várias indústrias.
A crise climática e sua urgência foram discutidas, junto com a mudança de “eco-raiva” para uma mentalidade esperançosa. Algumas iniciativas começam a aparecer especialmente na Europa em relação à conformidade ambiental e a importância de esforços éticos no varejo, destacando práticas inovadoras em reciclagem e modelos de negócios sustentáveis.
A dinâmica mundial como da distribuição de riqueza, tensões geopolíticas influenciam diretamente o varejo. O conceito de uma sociedade de dois níveis – polarizada e desigual, demanda transparência de preços e produtos sob medida, pensados regionalmente e adaptados. Segundo o Credit Suisse, 54% da riqueza é direcionada para os 1% mais ricos, enquanto apenas 0,7% é direcionada para parte mais pobre da população global.
Um olhar para tendências futuras, como o conceito de construção de mundo através de IA e imaginação. Isso envolve criar visões positivas do futuro para inspirar ação e mudança, enfatizando o papel da criatividade e tecnologia na formação de mundos completos e envolventes, permitindo que os consumidores se conectem mais profundamente com a marca ou o produto.
Esses 5 insights nos deram uma visão abrangente das principais forças que moldam o cenário atual e futuro do varejo, desde mudanças demográficas e avanços tecnológicos até responsabilidade ambiental e fatores sociopolíticos, culminando em uma perspectiva voltada para o futuro em inovação e sustentabilidade no varejo.
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Acompanhamos uma sessão super especial na #NRF2024 com Deloitte e PepsiCo que trouxe a ênfase na importância de abordagens sustentáveis e inovadoras nos negócios, ressaltando a necessidade das empresas se adaptarem às mudanças demográficas dos consumidores, às tecnologias em evolução e aos desafios ambientais.
Não é de hoje que temos falado sobre o quanto as empresas devem assumir seu papel de protagonismo nas mudanças que desejamos ver no mundo nas questões sociais e ambientais. E é isso que a Pepsico tem feito. A companhia reforçou seu compromisso com emissões de carbono, alcançando ser uma companhia carbono zero até 2040. Para isso, foi necessária uma transformação em sua cadeia de valor e o desenvolvimento de um sistema alimentar mais sustentável. A abordagem centrada no consumidor da PepsiCo visa criar impactos positivos não apenas para os consumidores, mas também para sua equipe, clientes e acionistas, usando energia renovável, reduzindo emissões, conservando água e promovendo parcerias para práticas sustentáveis em toda a sua cadeia de suprimentos. Um compromisso assumido com os stakeholders, um passo fundamental nesse processo.
A transformação digital da PepsiCo também foi um tópico chave. A empresa tem usado a tecnologia para análises avançadas de dados e inteligência artificial para entender comportamentos e preferências dos consumidores, ajudando a personalizar produtos e estratégias de marketing. Isso faz parte de uma iniciativa mais ampla para se manter à frente no cenário digital em rápida evolução.
E quem ouve sobre PepsiCo e só se recorda do refrigerante que leva o nome da marca, melhor se atualizar. A PepsiCo já há algum tempo tem desenvolvido um olhar para saúde e bem-estar, diversificando seu portfólio de produtos para incluir opções mais saudáveis, em resposta à crescente demanda do consumidor por escolhas alimentares nutritivas e sustentáveis. Esta mudança não só se alinha com as tendências dos consumidores, mas também reforça o compromisso da PepsiCo em promover comunidades mais saudáveis.
Em todas essas iniciativas a empresa busca parcerias com outras empresas e organizações para impulsionar a inovação e sustentabilidade. Essas colaborações são cruciais para a troca de conhecimento, recursos e tecnologias, facilitando soluções mais eficazes e abrangentes para os desafios enfrentados na indústria de alimentos e bebidas. Afinal, como diz a máxima, “Juntos se vai mais longe”.
E nada disso acontece sem uma cultura forte e com uma liderança engajada com todas essas transformações. Os líderes da PepsiCo desempenham um papel fundamental na multiplicação de uma cultura de inovação, sustentabilidade e centralidade no consumidor, garantindo que esses valores estejam profundamente integrados nas operações e estratégias da empresa.
Adaptar-se às Mudanças do Consumidor: Entender e responder às mudanças nas preferências e comportamentos dos consumidores, com tecnologias avançadas como análise de dados e inteligência artificial para melhor compreender e atender às suas demandas.
Sustentabilidade e Parcerias estratégicas: Implementar práticas sustentáveis em operações e cadeias de suprimentos, visando reduzir o impacto ambiental. E para isso, criar um processo colaborativo com outras empresas que fazem parte da cadeia de valor.
Foco no que importa: Estar atento às exigências do mercado. Muitas vezes essas exigências vão te obrigar a expandir portfólio para incluir opções que muitas vezes podem culminar na criação de uma nova unidade de negócios e uma nova fonte de receita.
Cultura Corporativa Forte: Desenvolver uma cultura empresarial que valoriza a inovação, a sustentabilidade e a centralidade no cliente. Alinhar essa cultura com o propósito da empresa, seus valores e os impactos que desejam causar no mundo.
Compromisso com a Sustentabilidade e questões sociais: Estabelecer metas claras para reduzir as emissões de carbono e promover a responsabilidade ambiental. Do ponto de vista social, garantir a diversidade e a inclusão no time, na comunicação e nos projetos estratégicos da companhia.
Liderança Proativa: Líderes devem inspirar e conduzir a mudança, promovendo a cultura e assumem o papel de verdadeiros guardiões da execução dos projetos desenhados em inovação, sustentabilidade e transformação social.
Muitas inspirações que podem ser empregadas desde já na sua empresa. Nada melhor do que se espelhar em uma companhia global que tem feito a diferença no mundo.
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Foca na experiência de compra online aprimorada através de tecnologias emergentes como IA generativa, proporcionando experiências de compra mais intuitivas e personalizadas.
Destaca a influência crescente do TikTok em campanhas orgânicas que atraem consumidores mais jovens, e a evolução de plataformas de mídia social para espaços de varejo.
Aborda como os consumidores estão utilizando plataformas online para economizar dinheiro, refletindo uma mentalidade voltada para a economia.
Foca na ascensão do mercado de revenda, impulsionado por preocupações com sustentabilidade e pressões financeiras, especialmente entre as gerações mais jovens.
Explora como a gestão eficiente de devoluções de produtos está se tornando crucial para a estratégia de lealdade do cliente de varejistas.
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Não é apenas o varejo como foco no cidadão médio que sofre os impactos de cenários adversos. Foi isso que Philippe Schaus, CEO da Moet Hennessy empresa de bebidas premium do grupo LVMH trouxe para a sua sessão na NRF 2024.
As marcas de luxo, como a MOET, também têm sofrido os impactos da alta inflação que atinge vários mercados ao redor do mundo. Uma das estratégias utilizadas pela marca foi adaptar os preços em resposta a mudanças de custo e elasticidade do consumidor. Essa análise foi realizada de forma regional, de acordo com as demandas e condições de cada mercado. Esse processo inclusive serviu para dar o impulso de observar a performance das diferentes categorias de produtos com diversas regiões do mundo e fazer as devidas adaptações sobre investimentos em comunicação e distribuição.
Com esse cenário, a marca precisou reforçar estratégias para manter as receitas. Uma delas foi investir fortemente em aprimorar a experiência de varejo, particularmente em mercados de luxo. O objetivo foi criar ambientes imersivos, com as lojas exclusivas e bares de champagne super premium que contem a história da marca efetivamente. Mais uma vez vemos o reforço do quanto o legado e a história podem fazer parte de um storytelling que engaja consumidores trazendo-os para dentro desse contexto. Se não fizeram parte do passado, são os novos consumidores que vão construir o futuro da companhia. Estratégia que aproxima e ainda cria uma nova camada de consumidores, que passam a interagir e se conectar com ela.
Ainda com essa intenção de se aproximar, a comunicação digital, nas mídias sociais do mercado de moda se tornou benchmark para a MOET. Essa estratégia se mostrou fundamental para aumentar a visibilidade da marca, incluindo suas iniciativas de colaborações com artistas e celebridades.
Vimos um case de verdadeiro equilíbrio entre tradição e modernidade.
Estratégias de Adaptação: Estabelecer de forma sistemática a gestão dinâmica de estoques e alocação de recursos com base na demanda regional e condições de mercado. Isso incluir estratégias para gerenciar a inflação, incluindo ajuste de preços e compreensão da elasticidade do consumidor – ou seja, como ele reage às mudanças de preço que a inflação pode provocar.
Inovação na Experiência de Varejo: Esforços para aprimorar a experiência de varejo de luxo, criando ambientes imersivos que narram a história de um produto, e ainda melhor de uma marca que se iniciou como uma vinícola há mais de 280 anos.
Engajamento Digital e nas Mídias Sociais: Uso de mídias sociais para visibilidade da marca, destacando colaborações com artistas e celebridades para aumentar o apelo e conexão com consumidores.
Insights do Mercado Global: Observações sobre o desempenho de diferentes categorias de produtos em regiões específicas para tomar as melhores decisões estratégicas em cada mercado.
Construção de Marcas que duram: Ênfase no equilíbrio entre tradição e modernidade no marketing de forma a valorizar o que já foi construído e criar espaço para o novo.
Às vezes a marca deve ao mesmo tempo acelerar e desacelerar. Em mercados onde podemos fazer melhor, investir. Em áreas onde o consumo e o cenário estão mais lentos, retrair os investimentos.
Philippe Schaus | CEO | Moët Hennessy Tweet
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Segundo dia de visitas técnicas com a Delegação da Gouvea Experience e cada vez mais entusiasmados com o que vamos levar para o Brasil de conteúdo e aprendizado.
Visitamos operações interessantíssimas, como Glossier, Create&Barrel e PetCo. E vamos contar agora um pouco dessa experiência e o que você pode colocar em prática a partir de hoje no seu negócio. Vamos lá?
A Glossier, teve origem em um blog de beleza e se transformou em uma marca de cosméticos de 180 milhões de dólares. Cada loja da Glossier reflete aspectos da cidade onde está situada, criando um ambiente acolhedor e interativo.
Sua loja flagship, reflete a experiencia de um loft nova-iorquino, e convida os clientes a experimentar produtos, suportada por uma equipe apaixonada por beleza. Na loja, clientes são incentivados a testar todos os produtos, com uma equipe de consultores apaixonados por beleza. Sem caixas, as transações são feitas via iPad, e os clientes podem relaxar em um lounge enquanto aguardam seus produtos.
Mensalmente, há lançamentos de novos produtos ou cores, mantendo a loja sempre atualizada e dinâmica.
A abordagem da marca explica seu sucesso – são 5C’s
• Consumidores: Focar nas necessidades e preferências do cliente, proporcionando produtos e serviços alinhados com suas expectativas.
• Conteúdo: Criar conteúdo relevante e envolvente que ressoe com o público-alvo, estabelecendo a marca como uma autoridade no setor de beleza.
• Conversas: Incentivar diálogos abertos com os consumidores para entender melhor suas opiniões e feedbacks.
• Cocriação: Envolver os clientes no processo de desenvolvimento de produtos, permitindo que eles contribuam com ideias e sugestões.
• Comunidade: Construir uma comunidade forte e engajada em torno da marca, fortalecendo a lealdade e o apoio dos clientes.
A visita à Crate&Barrel em Nova York revelou um modelo de varejo que combina preservação histórica com inovação. Situada em um prédio de 1890, a loja manteve o projeto arquitetônico original, incluindo as colunas, oferecendo uma experiência única.
Com um layout de fluxo contínuo, a loja organiza-se por ambientes, como cozinha e sala de estar, e dispõe de artigos exclusivos. A Crate&Barrel oferece design de interiores gratuito, unindo o físico e o digital com preços iguais em ambos os canais. Tablets são usados para gerenciamento de estoques, e a loja inclui marcas próprias, white label e de terceiros.
Possui um forte compromisso com a sustentabilidade, usando materiais reciclados em suas embalagens e reduzindo o consumo de energia em suas lojas.
Com um trabalho forte com a comunidade de arquitetos, consegue captar ainda mais parceiros para aproximar os consumidores de sua proposta. Além disso, listas de casamento, batizados e eventos hoje representam 20% das receitas da marca.
A flagship da Petco em Nova York demonstra uma abordagem única e inovadora no varejo pet. Com mais de 5 mil peças de mármore na entrada para trazer NY para dentro da loja, além de pinturas pintadas à mão, velas e plantas a loja oferece uma experiência visual totalmente diferenciada dos petshops tradicionais.
Ela conta com uma gama de serviços, incluindo banho de pets, alimentos especiais, atendimento veterinário de emergência e até cirurgias – os serviços são os que mais garantem a lealdade do consumidor. Além disso, a loja destaca-se pelo seu apoio a grupos pouco representados como os animais abandonados e pela humanização dos pets, oferecendo diversas roupas e acessórios.
A loja utiliza preços eletrônicos, facilitando atualizações constantes e precisas. A iluminação é cuidadosamente planejada, com luzes sob as prateleiras para destacar os produtos e maximizar a iluminação natural, criando um ambiente acolhedor. Esses elementos são parte de uma estratégia para encorajar os clientes a passar mais tempo na loja.
No mix de produtos, a composição vai de desde comida premium para os pets, artigos congelados e outros – seja da própria marca ou de fornecedores.
Então, o que achou? Essas são 3 das experiências do nosso segundo dia de visitas técnicas – dessa vez, o destaque foi a interação com a comunidade, desenvolvimento de parcerias e, adaptações da arquitetura das lojas para incorporar características locais. Então, fique com a gente que amanhã tem mais!
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